A sessão da Câmara Municipal de Natal ganhou contornos de escândalo após a vereadora Brisa ser alvo de ataques misóginos e de uma tentativa de associação a um episódio inexistente. O caso expôs a face mais sombria da política local: o uso de fake news como arma e a transformação do plenário em palco de calúnia.
💥 A palavra de Brisa
Em discurso firme, a vereadora reagiu:
“É inaceitável. É grave. É perigoso.”
“É um absurdo que a extrema direita siga apostando na desinformação como estratégia política, fabricando fatos para ganhar palco, atacar mulheres e tentar destruir reputações. Quando falta projeto, sobra mentira.”
“A tentativa de nos associar a um episódio que não aconteceu não é erro, é método. Um método covarde, que transforma fake news em arma e o plenário em palco para calúnia.”
“Nós não aceitaremos que a política seja sequestrada pela mentira. Há provas, registros públicos e testemunhas. Há verdade. E haverá responsabilização.”
“Quem espalha ódio e falsidade precisa saber: mentir tem consequências. E nossa democracia não será refém da extrema direita.”
⚡ O ataque e suas implicações
O episódio escancarou a violência política de gênero, que insiste em tentar silenciar vozes femininas.
A estratégia de desinformação, segundo Brisa, não é acidente, mas método: uma prática sistemática para desgastar reputações e desviar o debate público.
O caso reacende a discussão sobre a necessidade de responsabilização de parlamentares que usam o espaço legislativo para ataques pessoais.
🔎 Repercussão
Movimentos sociais e coletivos feministas manifestaram apoio à vereadora, destacando que ataques misóginos não podem ser normalizados.
A sociedade civil cobra que a Câmara adote medidas para coibir práticas de violência política e garantir que o plenário seja espaço de debate legítimo, não de calúnia.
O episódio envolvendo a vereadora Brisa é mais do que uma disputa política: é um alerta sobre como a misoginia e a desinformação corroem a democracia. Ao transformar fake news em arma, setores da extrema direita tentam sequestrar a política e silenciar mulheres. Mas a reação firme da vereadora mostra que há resistência e que a verdade ainda tem voz.


